segunda-feira, 5 de janeiro de 2026
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EUA realizam ofensiva militar na Venezuela e afirmam que Maduro foi capturado

Donald Trump anuncia ação em Caracas e outras cidades; governo venezuelano repudia operação e pede apoio internacional

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No último sábado (3), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que forças norte-americanas realizaram uma ofensiva militar contra a Venezuela, com ataques direcionados à capital, Caracas, e a outras localidades. Trump afirmou que o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e a primeira-dama, Cilia Flores, foram capturados e levados para fora do país.

A declaração foi feita através das redes sociais do mandatário americano, que também mencionou que mais informações seriam divulgadas em uma coletiva de imprensa agendada para o mesmo dia, em Mar-a-Lago.

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Segundo Trump, a operação incluiu ações aéreas e terrestres, contando com a colaboração de forças policiais dos EUA. No entanto, ele não especificou o número de alvos atingidos nem os danos causados.

Relatos indicam movimentações militares em Caracas e em outras áreas da Venezuela, mas ainda não existem informações independentes sobre vítimas ou danos à infraestrutura. O governo americano não apresentou comunicados técnicos sobre a operação.

Reação do governo venezuelano

O ministro da Defesa da Venezuela, Vladimir Padrino, repudiou a presença de tropas estrangeiras no país, classificando a ação como um ataque ilegítimo e solicitando apoio da comunidade internacional. Padrino destacou que a soberania da Venezuela foi violada e que as Forças Armadas do país seguem em estado de alerta. O governo venezuelano não esclareceu se Maduro ainda está no comando ou se houve alguma alteração na liderança.

Acusações e contexto recente

Trump acusou Maduro de liderar uma organização criminosa envolvida no tráfico internacional de drogas. Recentemente, os Estados Unidos realizaram bombardeios contra embarcações no Caribe, justificando como parte de uma luta contra o narcotráfico. Por outro lado, Maduro negou repetidamente qualquer envolvimento em atividades ilícitas e buscou apoio de organismos internacionais para contestar as alegações e denunciar pressões externas.

Até o momento, não há confirmação independente sobre a captura de Maduro e sua esposa. Organismos internacionais e governos da região ainda não se manifestaram oficialmente, e a situação está sendo monitorada de perto.