sábado, 7 de março de 2026
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Expectativa de US$ 1,4 bilhão em negócios para empresas brasileiras na Gulfood 2026

Evento em Dubai reuniu 21 agroindústrias nacionais sob a promoção da ABPA e ApexBrasil

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participação Brasil Gulfood 2026

Foto: Divulgação ABPA

As empresas brasileiras que marcaram presença na Gulfood 2026, em Dubai, Emirados Árabes Unidos, estimam que os contatos e acordos realizados durante o evento possam gerar até US$ 1,4 bilhão em negócios nos próximos 12 meses.

A projeção foi divulgada pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), que, em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), levou 21 agroindústrias nacionais para a feira, que encerrou na última sexta-feira (30 de janeiro).

Durante os cinco dias da Gulfood, os negócios concretizados totalizaram US$ 131,4 milhões, um número que, segundo a ABPA, reforça a importância do evento como uma vitrine global para o mercado halal e para regiões estratégicas como Oriente Médio, Ásia e África.

A ABPA destacou que as empresas brasileiras contaram com um espaço exclusivo de mais de 430 metros quadrados, dedicado a negócios, relacionamentos institucionais e promoção da proteína animal do Brasil. Além disso, uma área central de degustação foi montada, servindo shawarma de carne de frango e pato, além de omeletes, para destacar a qualidade e versatilidade dos produtos nacionais. Ao todo, foram servidos cerca de 6.500 shawarmas e 1.000 omeletes durante a feira.

O Brasil se destaca como o maior exportador mundial de carne de frango produzida sob os preceitos islâmicos, mantendo uma posição sólida como fornecedor confiável para países muçulmanos, atendendo a rigorosas exigências sanitárias, religiosas e de rastreabilidade.

Ricardo Santin, presidente da ABPA, comentou que os resultados obtidos na Gulfood 2026 refletem a confiança do mercado internacional na proteína animal brasileira, ressaltando que o evento é uma plataforma estratégica para fortalecer parcerias, ampliar o diálogo com importadores e reforçar a imagem do Brasil como um fornecedor seguro e alinhado às demandas do mercado halal.