sexta-feira, 9 de janeiro de 2026
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Lewandowski: Crimes contra o Estado não podem ser anistiados

Ministro da Justiça reafirma a importância da vigilância em defesa da democracia durante ato em Brasília

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Lewandowski: Crimes contra o Estado não podem ser anistiados
Foto: Divulgação

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O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, declarou nesta quinta-feira (8) que os crimes perpetrados contra o Estado Democrático de Direito são "imprescritíveis e impassíveis de indulto, graça ou anistia, especialmente quando envolvem grupos civis e militares armados". A afirmação foi feita durante um evento no Palácio do Planalto, que comemorou os três anos dos ataques realizados por apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro às sedes dos Três Poderes, em Brasília.

Lewandowski alertou sobre a necessidade de sempre manter a vigilância diante de ações que possam ameaçar a democracia. Ele citou a famosa frase de Thomas Jefferson: "O preço da liberdade é a eterna vigilância", enfatizando que a solenidade tem como objetivo lembrar a população da importância de estar unida e atenta na defesa da liberdade conquistada com esforço.

O vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Geraldo Alckmin, também participou do ato e ressaltou que aqueles que cometem crimes devem ser severamente punidos. "Se, perdendo as eleições, tentaram um golpe de Estado, imagine o que não teriam feito se tivessem vencido", ponderou Alckmin.

Ele ainda mencionou o ex-governador de São Paulo, Mário Covas, afirmando que a diferença entre os homens e mulheres públicos reside no apreço pela democracia. "Três anos após o trágico 8 de janeiro, este encontro reafirma a força das instituições brasileiras, que reagiram de forma unificada ao ataque. As boas instituições são fundamentais para o progresso do país", concluiu.

Esta notícia foi escrita com informações da Agência Brasil.