sábado, 7 de março de 2026
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Pesquisa revela que Bolsonaro é o político mais rejeitado do Brasil

Estudo da Genial/Quaest também aponta desconhecimento sobre líderes do Congresso

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Pesquisa revela que Bolsonaro é o político mais rejeitado do Brasil
Foto: Divulgação

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Uma pesquisa realizada pela Genial/Quaest e divulgada nesta sexta-feira, 16, indica que Jair Bolsonaro (PL) lidera a rejeição entre políticos brasileiros. Dos entrevistados que afirmam conhecê-lo, 53% têm uma imagem negativa do ex-presidente, enquanto 41% o avaliam positivamente. Além disso, 6% dos participantes da pesquisa não o conhecem.

No que diz respeito aos presidentes do Congresso, a situação é semelhante, pois a maioria da população não os reconhece. Davi Alcolumbre (União-AP), presidente do Senado, é desconhecido por 68% dos entrevistados, com apenas 7% expressando uma opinião positiva sobre ele e 25% afirmando conhecê-lo, mas rejeitá-lo.

Já o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), é desconhecido para 63% dos brasileiros. Entre os que têm uma opinião sobre ele, 26% o rejeitam e 11% o avaliam de forma positiva.

Entre os outros políticos analisados, o líder evangélico Silas Malafaia, que apoia o bolsonarismo, aparece como o segundo mais rejeitado, com 46% de desaprovação, enquanto 17% o aprovam. Outros 37% não o conhecem.

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, é o político da esquerda com maior índice de rejeição, com 42% de desaprovação, 32% de aprovação e 26% de desconhecimento.

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) apresenta índices similares de aprovação e rejeição, com 39% a aprovando e 38% a rejeitando, enquanto 23% não a conhecem.

O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) é aprovado por 37% e rejeitado pelo mesmo percentual, com 26% de desconhecimento. O empresário Pablo Marçal (PRTB) tem 34% de rejeição e 27% de aprovação, com 39% não o conhecendo.

A senadora Tereza Cristina (PP-MS) é a menos conhecida, com 75% dos entrevistados sem uma opinião formada sobre ela, 11% a aprovando e 14% a rejeitando.

A pesquisa foi realizada entre 8 e 11 de janeiro, com 2.004 entrevistas presenciais em todo o Brasil, e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR 00835/2026.