sábado, 7 de março de 2026
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Valdemar Costa Neto afirma que candidatura de Flávio Bolsonaro à presidência é 'irreversível'

Senador pede união entre os aliados da direita em busca de convergência política.

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Valdemar Costa Neto afirma que candidatura de Flávio Bolsonaro à presidência é 'irreversível'
Foto: Divulgação

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O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, declarou que a candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à presidência da República é "viável e irreversível". A afirmação foi feita em entrevista à CNN Brasil.

Uma pesquisa realizada pela Genial/Quaest, divulgada no último dia 14, mostrou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) liderando as intenções de voto, com 45%, em um possível segundo turno contra Flávio, que aparece com 38%. A pesquisa ouviu 2.004 eleitores entre os dias 8 e 11 de janeiro, com margem de erro de dois pontos percentuais.

Apesar do apoio que Flávio recebe, partidos do Centrão demonstram resistência à sua candidatura, avaliando outras opções, como a do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). Embora aliados do governador reconheçam o crescimento do senador, não descartam a viabilidade de Tarcísio como candidato ao Planalto.

Flávio Bolsonaro, em sua fala no último sábado, 17, reiterou que sua decisão de se candidatar “não tem volta” e pediu por uma maior convergência entre os membros da direita. Ele citou a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e Tarcísio de Freitas, buscando mostrar união entre as forças aliadas.

“Precisamos de sabedoria e união para enfrentar o adversário. Como podemos unir o Brasil se não conseguimos unir a direita antes?”, questionou o senador. Ele também ressaltou a importância de Tarcísio e Michelle no processo político atual, apesar de a ex-primeira-dama nunca ter manifestado preferência pública por Tarcísio.

Recentemente, ações de Michelle nas redes sociais, como o compartilhamento de vídeos do governador, geraram especulações sobre seu apoio à candidatura de Tarcísio, aumentando as desconfianças entre os aliados do bolsonarismo.

Enquanto isso, o governo de Lula impulsiona a transferência de atividades para a iniciativa privada, um tema que sempre foi criticado pela esquerda, mas que encontra um novo fôlego no atual mandato.